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Hipertensão arterial: um guia com tudo o que você precisa saber

hipertensão arterial
25/03/2020
1 minuto de leitura

Obter informações atualizadas sobre a hipertensão arterial é essencial ao controle desse tipo de doença e de muitas outras que costumam surgir na nova idade. Atualmente, a medicina preventiva é uma das áreas que tem crescido bastante e desenvolvido diversos tratamentos e técnicas de prevenção e de promoção da saúde do envelhecimento. 

Nesse contexto, vamos apresentar o que é a hipertensão arterial e explicar quais são os principais tipos dessa doença. Confira, também, quais são os principais sintomas da pressão arterial, as complicações mais comuns, os fatores de risco e como diagnosticar e tratar esse mal. Acompanhe!

O que é hipertensão arterial?

A hipertensão arterial, também conhecida como pressão alta, é o aumento anormal e gradativo da pressão que o sangue precisa fazer ao circular pelas paredes internas das artérias do corpo. Esse processo está associado a diferentes fatores como idade, peso corporal, hábito de fumar, de consumir bebidas alcoólicas, sedentarismo e entre outros.

Os vasos sanguíneos são formados por um tecido elástico, mas que oferece certa resistência à passagem do sangue. E é exatamente essa força resultante do fluxo sanguíneo sobre os vasos que determina a pressão arterial.

A pressão arterial pode variar ao longo do dia. Para se ter uma ideia, se a pessoa estiver deitada, a pressão fica mais baixa. Quando há movimentação, os valores sobem em fração de segundo, porque o cérebro sinaliza que o corpo está precisando de mais energia.

A pressão é medida em um aparelho chamado esfigmomanômetro, e sua referência de valores é apresentada em milímetros de mercúrio (mmHg). Segundo o Manual de controle da Hipertensão Arterial do Ministério da Saúde (MS), pág. 15, a pressão é considerada ideal se os valores forem iguais a 120 x 80 mmHg, na máxima e na mínima, respectivamente. Popularmente, quando a pressão está normal se fala “12 x 8”. Acima dessas referências, o paciente já é considerado hipertenso, o que eleva o risco para doenças coronarianas e renais, principalmente.

No ano de 2017, por recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), os valores de referência para a Hipertensão arterial foram alterados. Com essa mudança, a pressão igual ou acima de 130 mmHg x 90 mmHg foi incluída no padrão de anormalidade, o que exige um acompanhamento com o cardiologista bem mais cedo. Antes desse novo protocolo, só era considerado pressão alta valores iguais ou acima de 140 x 90 mmHg. Essa mudança favorece o diagnóstico precoce, o que pode evitar a progressão da doença para quadros mais complicados.

O objetivo da Saúde Pública é identificar a hipertensão no início, já que a doença pode se desenvolver aos poucos e não apresentar sintomas claros. Por isso, a exemplo do que houve nos Estados Unidos em 2016, quando a Associação Americana do Coração reduziu as referências para o diagnóstico de hipertensão, o Brasil seguiu o exemplo e adotou um novo protocolo para avaliação clínica desse problema.

Quais são os tipos de hipertensão arterial?

Quando a pressão arterial ultrapassa os limites de 130 x 90 mmHg já é considerada pré-hipertensão. Nessas condições, o ideal é buscar orientação profissional para avaliar os riscos associados à doença.

Independentemente da idade, o aumento da pressão pode trazer muitos prejuízos à saúde e à qualidade de vida. Mas devido às mudanças naturais que ocorrem no envelhecimento, os riscos são bem maiores para quem tem mais idade.

Os cuidados com a alimentação são um dos fatores mais relevantes, sobretudo quanto ao hábito de consumir alimentos com muito sódio, tanto em casa (sal de cozinha) quanto nos alimentos industrializados. Há uma relação direta entre o consumo de alimentos com sal em excesso e hipertensão. O sódio aumenta a retenção de líquido pelo organismo e também faz elevar o volume dos fluidos nos vasos sanguíneos. Nos próximos tópicos, explicaremos melhor sobre os fatores de risco para a hipertensão.

Mas, antes disso, é preciso entender que a hipertensão está subdividida em três tipos que variam de acordo com os estágios estabelecidos pelas referências de pressão arterial. Veja quais são:

  • estágio I: pressão acima de 140/90 mmHg e abaixo de 160/100 mmHg;
  • estágio II: ocorre com valores entre 160/100 mmHg e 180/110 mmHg;
  • estágio III: é marcado pela pressão superior a 180/110 mmHg.

Isoladamente, a pressão elevada já é considerada perigosa. Quando combinada com condições como Acidente Vascular Cerebral (AVC), Diabetes ou Obesidade, os riscos à saúde aumentam bastante. Logo, quanto maior o nível da hipertensão arterial, mas amplas serão as chances de o paciente necessitar de medicação para controle e de acompanhamento médico contínuo.

Quais são os principais sintomas da hipertensão arterial?

O sintoma que seria o mais comum e que pode ser considerado como sinal de alerta para a doença é dor de cabeça. Essa dor pode ser uni ou bilateral, vir acompanhada ou não de tonturas e visão turva.

Também pode ocorrer cefaleia ou enxaqueca, caso a pessoa já tenha sofrido algum episódio anterior de dores de cabeça.

Geralmente, a queixa inicial é referida como uma dor pulsátil, frontal e que surge com mais frequência nas primeiras horas da manhã. Em alguns casos, ela vai desaparecendo com o passar das horas, mas também pode prevalecer por dias e noites.

Para melhor compreensão do tema, confira os principais sintomas que, juntos ou isolados, podem indicar a doença:

  • zumbidos no ouvido ou na cabeça;
  • confusão mental;
  • distúrbio visual;
  • sonolência;
  • mal-estar;
  • fadiga;
  • náusea;
  • vômito.

Quais são os principais fatores de risco da hipertensão arterial?

hipertensão arterial

Listamos os principais fatores de risco da pressão alta. Confira!

Obesidade

A obesidade é um dos principais causadores de aumento de pressão. Quanto maior a massa corporal, maior será a força necessária para que o sangue chegue aos tecidos do corpo. Com isso, é preciso uma pressão bem mais elevada para o coração bombear sangue suficiente para nutrir todas as células.

Outro fator desfavorável é que, na maioria dos casos, a obesidade tem associação com outras doenças como diabetes, colesterol alto e aterosclerose. Quando muito elevado, o açúcar no sangue atrapalha a absorção de outros nutrientes e, com isso, a célula capta mais gordura como “segurança”, caso falte algum outro elemento importante ao seu funcionamento.

O acúmulo de colesterol e de placas de gorduras na parede das artérias contribui para piorar o quadro da pressão alta. Essas placas estreitam o calibre das artérias, o que força ainda mais o trabalho do coração para dar conta do bombeamento de sangue para manter o fluxo adequado.

Sedentarismo

A prática regular de exercícios físicos faz bem para o condicionamento e também melhora funções mentais como raciocínio lógico e a capacidade de concentração, por exemplo. Além de reduzir as chances de desenvolver desequilíbrios relacionados aos valores da pressão arterial, realizar atividade física na nova idade ajuda a aumentar a autoestima e a autonomia.

Vale salientar que a realização de exercícios como caminhadas, hidroginástica e pilates, por exemplo, são ideais para controlar a hipertensão. Porém, antes de começar qualquer tipo de atividade, o ideal é fazer avaliação médica e buscar orientação profissional. Ter esses cuidados não só contribui para o controle da hipertensão como também ajuda a garantir outros benefícios da atividade física.

Estresse e ansiedade

Quando a pessoa se encontra em situações estressantes ou de perigo, o cérebro induz a liberação de substâncias como adrenalina e cortisol. Esses hormônios preparam o corpo para um estado de luta ou de fuga. Ou seja, nessas circunstâncias, o corpo se prepara para assegurar condições de enfrentar o risco ou resistir à ameaça.

Nessas situações, as respostas normais do organismo provocam o aumento da pressão e elevam as probabilidades do desenvolvimento de outras enfermidades. Por isso, quem vive constantemente sob pressão, estresse e ansiedade excessiva tem os riscos elevados para infarto ou de acidente vascular cerebral (AVC).

Medicamentos

O uso continuado de alguns medicamentos pode contribuir para surgimento da hipertensão arterial. Por isso, evite a automedicação e, caso já use algum, não é necessário interrompê-lo antes de conversar com o seu médico. Mediante os riscos à saúde, não se deve tomar nenhum remédio — nem mesmo natural —, antes de receber as devidas orientações médicas.

Bebidas alcoólicas e cigarro

O tabagismo e o alcoolismo são considerados grandes vilões para o desenvolvimento de doenças como a pressão alta. Além de todos os malefícios que representa, a nicotina do cigarro provoca a contração das artérias e, consequentemente, faz a pressão arterial subir. Logo, a adoção de um estilo de vida mais saudável e a decisão de ficar longe desses produtos são medidas fundamentais para a manutenção da pressão em níveis satisfatórios.

Idade

Com o passar da idade, as mudanças que ocorrem no organismo podem contribuir para a pressão alta. Mas isso não é regra geral, pois a adoção de um estilo de vida saudável e a visita regular ao médico com a realização de exames de rotina ajudam bastante a evitar problemas dessa natureza.

Considerando que a hipertensão é uma doença silenciosa, ficar atento aos primeiros sinais e sintomas é fundamental ao diagnóstico precoce e à escolha do melhor método terapêutico de controle. Nas mulheres, ainda é preciso considerar as questões de variação hormonal após a menopausa. Disfunções glandulares — como da tireoide — também influenciam o surgimento da doença.

Raça

A hipertensão arterial é mais prevalente na raça negra e nos asiáticos: nos EUA, a doença atinge 41% dos negros contra 28% dos brancos. Aqui no Brasil, um estudo realizado por um pesquisador da Unicamp (SP) em parceria com a Universidade de Harvard também chegou à essa conclusão.

Os motivos dessa tendência ainda não foram totalmente esclarecidos. A hipótese mais provável é que assim como as fibras musculares esqueléticas desse grupo são mais resistentes e firmes, as artérias também têm mais resistência, mesmo sendo compostas por músculo liso. Quanto maior a resistência imposta durante a passagem do fluxo de sangue, maiores serão os riscos de desenvolver a hipertensão.

Quais são as complicações de uma hipertensão arterial?

Em termos quantitativos, a hipertensão é um dos fatores de risco mais importantes para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares de baixo, médio ou alto grau de complicação e de morbidade. Por isso, é necessário ter muita atenção e cuidado quando os valores da pressão ficam descontrolados, já que o coração é o órgão mais prejudicado.

Nessas circunstâncias, a circulação insuficiente força o trabalho do músculo cardíaco e compromete a irrigação sanguínea do próprio órgão. Como ele não recebe sangue e nutrientes suficientes, a baixa oxigenação pode resultar em infarto.

Há outras complicações relacionadas à hipertensão arterial. Veja as mais importantes!

Lesão das artérias

Em geral, as artérias têm bastante resistência e elasticidade para que desempenhem bem o seu papel de permitir que o sangue circule livremente no seu interior. Essas características normais desses vasos não estão mais funcionantes em pacientes com hipertensão. A explicação é simples: a elevada pressão na paredes das artérias vai, aos poucos, danificando o seu interior e provocando lesões.

Nessas condições, a elasticidade, a resistência e o poder de regeneração ficam prejudicados, o que facilita a deposição de placas de gordura (ateromas) em suas paredes. Por conseguinte, essa gordura acumulada torna-se uma das principais complicações da hipertensão: a aterosclerose.

AVC (Acidente Vascular Cerebral)

Também conhecido popularmente como derrame, o acidente vascular cerebral (AVC) pode ser de dois tipos: isquêmico e hemorrágico. O primeiro tipo ocorre devido à deposição de placas de gorduras nas artérias cerebrais.

Já o AVC hemorrágico surge como consequência da fragilidade dos vasos, o que favorece o rompimento deles provocando hemorragia cerebral. Esse segundo tipo é mais perigoso que o primeiro, pois o risco costuma ser maior.

Insuficiência renal

Quando a hipertensão arterial não é controlada adequadamente pode causar graves complicações nos rins. Assim como o coração, os rins também desempenham um importante papel na circulação do sangue. Por isso, quando há lesões nos vasos renais e nos glomérulos, há prejuízos para as estruturas que têm a função de filtrar o sangue. Logo, pacientes com hipertensão não tratada apresentam maior risco de desenvolver insuficiência renal crônica.

Comprometimento da retina

Com o passar dos anos, a hipertensão arterial também pode provocar problemas na visão devido à lesão nos vasos que irrigam a retina. Essa estrutura está localizada na parte traseira do globo ocular e é composta por uma camada de tecido com muita sensibilidade à luz.

Quadros de hipertensão crônica geram a retinopatia hipertensiva, caracterizada pela perda da acuidade visual (que é a capacidade de diferenciar contornos e formas dos objetos). Se não tratada, a doença pode evoluir para cegueira.

Aneurismas

O surgimento de aneurismas é uma das consequências do enfraquecimento da parede das artérias. Essa doença é definida pela presença de dilatações que surgem ao longo do trajeto das artérias.Geralmente, os aneurismas de aorta são os mais comuns entre aqueles provocados pela hipertensão. Vale ressaltar que o rompimento de um aneurisma é uma emergência médica, e que pode resultar em óbito em pouquíssimo tempo.

Angina de peito

O acúmulo de placas de colesterol nas artérias coronárias afetam a nutrição do músculo cardíaco, principalmente a parede média chamada de miocárdio. A obstrução das artérias coronárias provocada pela aterosclerose diminui a quantidade de sangue que chegaria ao miocárdio. Nesse quadro, o paciente sente uma dor intensa na região do tórax, que é a manifestação da angina do peito.

Insuficiência cardíaca

Como vimos, quando há hipertensão arterial, o coração precisa bombear o sangue com muito mais força, pois esse trabalho é exercido contra uma pressão maior. Como o passar dos anos, esse esforço desmedido pode causar a dilatação progressiva do coração. Com isso, o músculo cardíaco se torna mais frágil e perde a capacidade de bombear o sangue adequadamente, condição que caracteriza a insuficiência cardíaca.

Demência Vascular

Ao longo dos anos, a hipertensão pode provocar múltiplas lesões em pequenos vasos cerebrais, o que leva a pequenos AVCs — mas que são assintomáticos e, por isso, passam despercebidos. Esse acúmulo de lesões nos neurônios (células do cérebro) pode resultar uma forma específica de demência que se desenvolve em pessoas de idade mais avançada: a “demência vascular”.

Impotência sexual

A hipertensão arterial pode comprometer o fluxo de sangue em qualquer órgão ou parte do corpo. Por isso, um dos aparelhos mais afetados pela insuficiência de sangue é o reprodutor. Com menos sangue para o pênis, o paciente não consegue iniciar ou manter uma ereção, o que leva ao quadro de impotência sexual.

Como é feito o diagnóstico da hipertensão arterial?

Como a hipertensão arterial é uma doença que pode permanecer assintomática por um longo tempo, o hábito de medir a pressão pelo menos três vezes por ano é fundamental, sobretudo na nova idade. Nas consultas de rotina, o ideal é que o médico confira os valores. Também é bom relatar ao profissional algum sintoma suspeito de problemas dessa natureza.

Porém, a confirmação do diagnóstico de pressão alta exige alguns critérios, e a conclusão depende de diferentes fatores. A aferição precisa ser feita em três dias diferentes e, antes de cada medição, o paciente deve seguir criteriosamente as orientações. Além de descansar e ficar relaxado, também não é aconselhável tomar bebidas estimulantes, como café ou chás, por exemplo.

Dependendo do resultado desse processo inicial, o cardiologista poderá exigir, ainda, um monitoramento específico que vigia a pressão durante 24 horas. Nesse processo, um aparelho chamado holter é acoplado ao paciente para verificar os valores da pressão por esse período. Esse procedimento é o mais indicado antes da conclusão diagnóstica da hipertensão arterial.

Quando a pressão arterial é considerada alta?

A hipertensão é um mal que pode gerar consequências tão graves que a medicina teve que encontrar um modo simples, mas seguros, de conferir como o coração está trabalhando. Isso levou ao desenvolvimento daquele aparelho colocado no braço do paciente para o profissional insuflar o ar e pressionar as artérias ao ponto de captar a intensidade do fluxo sanguíneo.

Atualmente, a pressão é considerada ótima somente se o valor de medição for 120 x 80 mmHg. Se o índice passar dos 130 x 85, já é motivo de alerta para o desenvolvimento de hipertensão. Na faixa em que a pressão máxima fica entre 120 e 140 mmHg e a mínima entre 80 e 90 mmHg, os especialistas consideram quadros de pré-hipertensão. No entanto, o risco para a doença já é maior e, por isso, é necessário um acompanhamento profissional para um controle mais efetivo.

Vale destacar que

Qual é o tratamento para hipertensão arterial?

Entre a parcela de hipertensos, uma parte deles consegue controlar a doença somente com a mudança no padrão alimentar por meio de ajustes no cardápio. Fazem parte dessa medida a prática de exercícios físicos e atitudes que ajudem a evitar o estresse. Essa é uma alternativa utilizada pelos médicos para evitar, pelo menos de imediato, o uso de medicamentos.

Para tomar essa decisão, o profissional se baseia em bons resultados dos exames gerais e específicos. Quando os índices de glicemia são satisfatórios, o colesterol é controlado, o paciente está na faixa de peso normal e os rins estão estáveis, não é necessário medicações para controle dos quadros de hipertensão.

A ausência de outras complicações cardiovasculares também é fator de exclusão. Sendo o álcool e o cigarro bastante prejudiciais à função cardíaca.

Para exercer esse controle, o médico exige avaliações periódicas. Em geral, a pressão precisa ser medida, pelo menos, uma vez por semana para identificar eventuais alterações ou risco de complicações. Se os valores estiverem menores a cada medição, é possível continuar com essa opção.

No entanto, caso a pressão ainda continue a subir, mesmo depois da adoção de um estilo de vida mais saudável, é necessário buscar novas medidas. Nessas circunstâncias, o médico avalia a necessidade ou não de receitar um remédio para controlar a doença e evitar a evolução para quadros mais graves.

Como prevenir a hipertensão arterial?

É possível prevenir a doença mediante algumas metodologias, mas a mais importante é a adoção de estilo de vida equilibrado. Vencer o sedentarismo, especialmente realizando atividades aeróbicas, como correr e nadar, por exemplo, é essencial ao bom funcionamento da musculatura cardíaca e ao melhor trabalho das artérias.

A atividade física ainda ajuda no controle do peso corporal, fator imprescindível à prevenção da obesidade e das complicações a ela associadas. Além disso, o exercício melhora a captação de glicose do sangue para as células, o que diminui os riscos de desenvolvimento de Diabetes.

Melhorar a alimentação, consumir alimentos vegetais, crus e ricos em nutrientes que favoreçam a função cardíaca é essencial nesse processo. O tomate, por exemplo, é rico em licopeno, enquanto a uva tem revestrarol — duas substâncias com funções antioxidantes e que reduzem o envelhecimento celular.

Igualmente importante é evitar alimentos industrializados e processados. Além de ter muito sódio em sua composição, os corantes e insumos artificiais presentes neles atrapalham a absorção de nutrientes, enfraquecem o organismo e elevam os riscos para o surgimento do câncer.

Como vimos, o estilo de vida equilibrado é primordial ao efetivo controle da hipertensão. A adoção desses hábitos influencia aspectos nutricionais e reduz o risco de comprometimento das funções fisiológicas, sobretudo na nova idade. A atenção aos aspectos emocionais e o controle do estresse também são fundamentais para alcançar longevidade com mais qualidade de vida e bem-estar mental e físico.

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