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20 hábitos que vão ajudar você a ter uma boa memória

20/01/2020
1 minuto de leitura

Buscar alternativas saudáveis e práticas que ajudem a ter uma boa memória na nova idade é essencial para tornar essa fase da vida mais dinâmica e proteger a saúde mental. Manter a memória funcionando é um dos fatores mais relevantes para preservar a autonomia durante o envelhecimento.

Nessa perspectiva, a proposta deste artigo é abordar a importância da memória e o motivo pelo qual ela deve ser preservada. Explicaremos, ainda, a clara relação entre memória, capacidade cognitiva e qualidade de vida na nova idade e o quanto esse quesito é primordial para se manter disposto, feliz e aproveitar mais a vida.

Confira, neste texto, os 20 melhores hábitos para exercitar o cérebro e estimular a memória para atingir uma longevidade saudável, produtiva e muito mais tranquila! Boa leitura!

Descubra a importância da boa memória na nova idade

Exercitar o corpo e a mente é primordial à manutenção da saúde na nova idade, sobretudo no que se refere à preservação da boa memória. Tais atividades ajudam a aumentar o fluxo sanguíneo do cérebro, promovem o crescimento dos neurônios e ativam as conexões da região do hipocampo, área responsável pela memória.

Manter a boa memória é um dos fatores mais determinantes para garantir vitalidade durante o envelhecimento. Fazer atividades que ativam a memória ajuda a evitar o desenvolvimento de enfermidades e ainda reduz a necessidade de comportamentos prejudiciais à saúde, como a automedicação.

Assim como a perda gradativa da memória, outras funções do corpo também enfraquecem com o passar do tempo. Por isso, buscar alternativas que promovam a estabilidade mental é um dos diferenciais que definem o estado de saúde e a qualidade de vida nesse grupo. Vale ressaltar, também, a importante relação entre memória, capacidade cognitiva e os hábitos alimentares.

Nesse sentido, a adoção de bons hábitos alimentares é essencial. Entre outros aspectos, é necessário motivar as pessoas com mais de 60 anos a evitarem o máximo possível de produtos industrializados, já que a maior parte deles contém muito açúcar, sódio e gordura.

Para evitar algumas doenças que comumente afetam a terceira idade, o ideal é incentivar o consumo de vegetais, frutas, legumes, cereais e grãos integrais. Igualmente relevante é incluir na dieta peixes que contenham ômega 3, como a sardinha, salmão, atum e arenque.

Conheça 20 atividades que vão ajudar você a ter uma boa memória

1. Fazer jogos da memória

Desde a infância, os pais costumam oferecer aos filhos alguns brinquedos que ajudam a estimular áreas específicas do cérebro. Isso é importante porque algumas dessas atividades realmente funcionam como uma espécie de treinamento para desenvolver habilidades mentais e de raciocínio.

Por isso, essas brincadeiras para desenvolver os sentidos são muito comuns, além de estimularem o desenvolvimento da coordenação motora e a capacidade de dedução, de concentração e de organização. Na nova idade, voltar a fazer jogos de memória resgata essa capacidade de ativar as funções cognitivas, assim como outras habilidades essenciais ao fortalecimento das funções mentais e motoras.

Os benefícios proporcionados pelos jogos de memória são essenciais à ativação das habilidades não somente durante a infância, mas por toda a vida. Praticar esses exercícios ajuda a manter o cérebro mais alerta, atento aos detalhes e ainda melhora a capacidade de continuar focado nas tarefas que exigem maior concentração.

Na nova idade, aderir aos jogos de memória é uma forma de manter as habilidades mentais funcionando e, principalmente, de minimizar os efeitos da degeneração celular típica do envelhecimento.

2. Priorizar a qualidade do sono

Nos últimos anos, a medicina e a ciência têm feito descobertas que reafirmam a importância do sono para manter o organismo funcionando corretamente. Com isso, o ato de dormir bem se provou um fator essencial à manutenção da saúde.

Assim como em qualquer fase da vida, é preciso priorizar a qualidade do sono na nova idade. Afinal, enquanto se dorme, o cérebro trabalha ativamente na promoção do equilíbrio das reações orgânicas para que todas as células, tecidos e órgãos do corpo desempenhem suas funções adequadamente.

Logo, quem não dorme direito corre o risco de ser prejudicado, já que as reparações celular e tecidual dependem da ação de substâncias que são liberadas somente em algumas fases do sono.

Vale destacar, porém, que mais importante que a quantidade de sono é a sua qualidade. Isso porque esse processo influencia bastante a preservação das habilidades cognitivas, em especial na memória e na concentração de quem já chegou à nova idade.

3. Manter um plano de atividade física

Com a chegada do envelhecimento, a atividade física não pode ser ignorada, já que ela influencia a memória, a concentração e estimula o raciocínio lógico. Antes de iniciar o plano de exercícios, o ideal é realizar uma avaliação profissional para determinar quais são os tipos e modalidades mais adequados.

No entanto, para que a prática seja benéfica, é necessário existir essa supervisão médica ou do educador físico para levar em conta quaisquer limitações ou dificuldades relacionadas à saúde.

Assim como o esporte, os exercícios físicos são essenciais à prevenção e ao tratamento de diversas enfermidades que costumam surgir na terceira idade, especialmente das doenças cardiovasculares e ligadas ao aparelho locomotor. Na execução dos exercícios, os movimentos corporais promovem a contração e o relaxamento dos músculos, o que aumenta os gastos energéticos muito acima dos valores de quando a pessoa está em repouso.

Na nova idade, exercitar o corpo de forma saudável também contribui para o bem-estar mental, para melhorar a autoestima e fortalecer as relações interpessoais, reduzindo o isolamento social. Além disso, traz outros benefícios como o fortalecimento da musculatura e das articulações, fatores essenciais para prevenção de quedas.

Essa movimentação ajuda a coordenar melhor os movimentos dos músculos, ativar a função cardiorrespiratória e a liberar substâncias que reduzem o estresse e a depressão. A ginástica, por exemplo, é um exercício físico ideal para quem tem mais de 60 anos. Além de fazer bem para o corpo, também contribui para elevar o senso de autonomia, de independência e combater a ociosidade. Ou seja, fazer atividade física é fundamental para que o cérebro funcione melhor e consiga reter novas informações.

4. Nadar

boa memória

As pessoas que já estão na nova idade devem movimentar o corpo o máximo possível para manter as funções cerebrais sempre alertas. Isso é tão importante que separamos este tópico apenas para falar dos benefícios da natação. Essa é uma excelente opção para melhorar a saúde, já que pode evitar longas horas na internet, em frente à televisão ou sentado vendo o tempo passar.

Nadar ajuda a aumentar a resistência muscular, melhora a atividade respiratória e diminui a frequência cardíaca. Na nova idade, fazer natação também favorece o controle do apetite e reduz dores nas pernas, nas articulações e na coluna. Inclusive, essa atividade e a hidroginástica são consideradas exercícios de baixo impacto. Elas também são recomendadas para se fazer em grupos, visto que também melhoram a sociabilização.

5. Ler bastante

Incentivar o hábito de leitura é fundamental para estimular a memória e manter as funções cognitivas sempre ativas e funcionais. A atividade intelectual garante o bom desempenho das funções cerebrais e o bem-estar geral na nova idade.

Para gerar benefícios à preservação da memória, a leitura deve ser prazerosa e escolhida conforme as preferências individuais. Por exemplo: se gosta mais de romances, obras de autoajuda, contos e poesias, por exemplo, então opte por esses temas para tornar seus momentos de leitura mais agradáveis e divertidos.

6. Fazer cálculos matemáticos mentalmente

Fazer cálculos matemáticos sem a utilização da calculadora é um excelente exercício para ativar a mente, principalmente na nova idade. As áreas cerebrais responsáveis pelo raciocínio lógico são bem próximas daquelas que atuam na memória.

Outro aspecto relevante é que o desenvolvimento dessa habilidade pode ser treinada desde cedo. Assim, o ideal é que as escolas desestimulem o uso de calculadoras e incentivem as crianças a realizarem cálculos de cabeça. Desse modo, quando alcançarem seus 60 anos ou mais, essas habilidades já estarão bem desenvolvidas. Ao longo da vida, essa prática deve ser constantemente motivada, já que traz excelentes benefícios para a memória e a concentração.

7. Relembrar atividades do dia

Na nova idade, tornar o cotidiano mais saudável, alegre e tranquilo pode ser mais simples que se imagina. Para quem gosta de manter uma agenda organizada, com o tempo de cada tarefa pré-determinado, é bom experimentar relembrar — sem o uso da agenda — as atividades a serem realizadas.

Na hora do almoço, por exemplo, é possível relembrar as atividades feitas durante a manhã. Se apresentar dificuldade para se lembrar dos acontecimentos, peça ajuda, sugestões e dicas relacionadas às tarefas a alguém. Além de divertido, esse é um ótimo exercício para treinar a memória, principalmente de quem já apresenta sinais de doenças degenerativas ou que já foi avaliado para a identificação do Alzheimer.

8. Trocar de roupa de olhos fechados

Outra alternativa interessante para aguçar a memória é o incentivo à troca de roupa de olhos fechados. Dessa forma, ao forçar o cérebro para identificar cada parte do corpo que precisa ser coberta, a mente é exercitada e ativada com mais intensidade.

Algumas doenças degenerativas podem ser melhor controladas a partir de exercícios que estimulam a mente. Isso é possível uma vez que, entre outras causas, essas enfermidades surgem como resultado da perda funcional dos neurônios — as células do cérebro.

Logo, atividades assim são extremamente úteis para estimular o trabalho das áreas cerebrais funcionantes e, desse modo, compensar os neurônios já perdidos devido ao processo natural de envelhecimento.

9. Decorar telefone dos amigos e familiares

Procure decorar alguns números de contatos que você utiliza com mais frequência. Gravar telefone dos amigos e familiares é uma ótima opção de treino mental para ajudar a manter uma boa memória. A região cerebral responsável pela concentração pode ser estimulada quando se força o cérebro para decorar números.

10. Jogar sudoku

Sudoku — ou Su Doku — é um interessante passatempo semelhante às palavras cruzadas ou ao criptograma, mas que é feito utilizando números. Devido aos benefícios à saúde mental, principalmente na nova idade, ele está entre os passatempos preferidos das pessoas em todo o mundo.

Você sabe a origem do Sudoku? Segundo a história, esse desafio foi desenvolvido pelo renomado matemático suíço Leonhard Euler (1707-1783). No ano de 1779, ele resolveu um problema aritmético por meio de um método, que hoje conhecemos como o jogo.

Para solucionar o desafio proposto, Euler desenvolveu um quadrado latino com n linhas e n colunas (do tipo n x n), em que cada espaço (“célula”) foi preenchido com diferentes símbolos: números, letras, cores etc. Porém, a solução do problema deveria atender ao seguinte critério: cada símbolo só poderia aparecer uma única vez em cada linha e coluna.

Como esse passatempo foi publicado pela primeira vez em 1984, por um cidadão japonês chamado Nobukiko Kanamota, o nome do jogo foi abreviado para Sudoku. Traduzido para nosso idioma, esse termo significa que os símbolos devem ser colocados “apenas uma vez” em cada espaço ou célula.

E quais os benefícios desse passatempo? Como ele influencia a preservação da boa memória na nova idade? O primeiro ponto a se destacar é que o Sudoku não utiliza nenhum princípio matemático. Ou seja, a resolução do desafio depende apenas do raciocínio lógico e de muita concentração para descobrir uma estratégia para inserir os símbolos nas células, sem repetir nenhum deles.

Logo, o Sudoku é uma excelente maneira de treinar o cérebro e de desenvolver o raciocínio. O ato de aprender por meio da tentativa e do erro, o esforço mental exigido para enfrentar o desafio, o planejamento e a calma necessária para vencer cada etapa do jogo tornam-se ótimos exercícios para desenvolver a memória, reduzir o estresse e prevenir males degenerativos como o Alzheimer.

11. Cuidar da alimentação

A alimentação saudável é um dos fatores determinantes para manter uma boa memória. Mediante isso, quem já está se aproximando da nova idade — ou já pertence a esse grupo — precisa priorizar hábitos alimentares que protejam as faculdades mentais e promovam a saúde.

Manter uma dieta equilibrada e que contenha todos os grupos de nutrientes essenciais é fundamental à defesa do organismo, condição primordial para que você não se torne tão vulnerável às doenças típicas desse ciclo de vida. Para preservar a memória durante o envelhecimento, o ideal é incluir alimentos funcionais na dieta: sucos naturais, saladas de folhas verdes e alimentos fibrosos, por exemplo, não podem faltar à mesa.

12. Utilizar o computador

Atualmente, a sociedade adotou novos costumes e novos hábitos de vida que exigem atenção e cuidado para que não prejudiquem a saúde e as relações sociais. Ou seja, o fato de muitas pessoas passarem longas horas na internet pode comprometer a qualidade de vida em diferentes aspectos.

Mas a boa notícia é que há o lado benéfico dessa prática. Principalmente para a nova idade, utilizar o computador por algumas horas por dia pode trazer muitos benefícios. Jogar, ler, aprender coisas novas e interagir com outras pessoas são formas saudáveis de exercitar a memória e de preservar a saúde mental.

13. Fazer palavras cruzadas

Um dos passatempos mais conhecidos — e utilizados por pessoas de todas as idades — é a palavra cruzada. Para quem já alcançou a nova idade, praticar esses jogos pode significar bons momentos de lazer e de diversão, além de trazer benefícios para o cérebro.

O ato de forçar o raciocínio para preencher o passatempo e de forçar a mente para relembrar ou descobrir novos termos estimula bastante as funções ligadas à memória, aprendizagem e raciocínio. Além do mais, fazer palavras cruzadas também melhora a coordenação motora e fortalece as articulações das mãos e dos dedos.

14. Aprender um instrumento musical

A música é uma arte especial em diferentes sentidos: eleva o espírito, renova as energias e estimula a liberação de endorfinas. Essas substâncias são produzidas naturalmente pelo cérebro e desempenham importantes funções no controle das emoções e do bom humor.

Na nova idade, aprender um instrumento musical pode auxiliar bastante a manutenção da saúde em diferentes aspectos. Além de exercitar o cérebro e aguçar novos neurônios ao aprendizado, tocar instrumentos produz um relaxamento mental e melhora habilidades motoras.

15. Decorar o nome dos parentes mais antigos

A prática de aprender coisas novas e de forçar a mente para decorar resulta em vantagens substanciais à saúde. Tendo isso em vista, uma boa alternativa para estimular a mente e evitar doenças — que comumente surgem durante o processo de envelhecimento — é treinar seu cérebro por meio desses exercícios que ativam a memória e ajudam a reviver bons momentos com seus familiares

16. Conhecer novas pessoas

Ter vida social ativa é um dos fatores mais importantes para a preservação das faculdades mentais. Isso porque a boa memória depende, entre outros aspectos, de manter boas conexões com diferentes pessoas. Assim, o bem-estar e a qualidade de vida na nova idade estão intrinsecamente associados ao nível de interação social.

Quem tem envolvimento social mais rico apresenta melhor desempenho cognitivo do que aquelas pessoas com pouca vida social. Tais aspectos são primordiais, já que muitos tendem a se isolar mais nesse ciclo da vida e, até mesmo pelas limitações de saúde, evitam sair de casa. Mediante isso, estimular novas amizades e promover a integração social é necessário para que essas conexões se mantenham fortes durante a nova idade.

17. Praticar atividades manuais

Fazer tricô, crochê, bordado, confeccionar tapetes manualmente, desenhar ou pintar quadros são práticas que ajudam no desenvolvimento de habilidades manuais na nova idade. Ao executar essas atividades, diferentes áreas cerebrais são estimuladas. Quando essas regiões do cérebro são exigidas, os neurônios se ativam e a memória fica mais alerta para receber novas informações.

18. Aprender idiomas

Independentemente da idade, aprender uma nova língua é uma prática excelente para ativar habilidades ligadas à memória e à concentração. Quando se estuda um novo idioma, áreas cerebrais específicas são estimuladas, e novos neurônios, despertados para fixar o novo conhecimento.

Na nova idade, muitos são os benefícios desse aprendizado, já que é possível ativar as células cerebrais para que elas continuem ativas e funcionando corretamente. Portanto, treinar novas habilidades durante essa etapa da vida não só fortalece as funções cognitivas como também melhora a autoestima, visto que reduz o senso de perda da autonomia.

19. Viajar

Quem não gosta de conhecer novos lugares, costumes, culturas e fazer amizades? Pois bem, uma das maiores vantagens de quem já alcançou a nova idade é ter — pelo menos teoricamente — mais tempo para viajar e explorar novos horizontes.

Por isso, viajar torna-se uma excelente opção para manter o bom funcionamento da saúde mental, emocional e física, já que estimula a sociabilização. Ao conhecer novos lugares, a memória é estimulada a funcionar de modo mais intenso, pois novas imagens e impressões serão fixadas na mente.

Além disso, quando se explora algo novo, o cérebro gera ondas capazes de captar essas novidades com mais entusiasmo, o que promove a estabilidade emocional, reduz o estresse e ajuda a controlar a ansiedade.

20. Dançar

Na nova idade, o ato de dançar e de aprender novos ritmos musicais é uma prática muito saudável porque desenvolve novas aptidões. Tais práticas auxiliam bastante a plasticidade cerebral e estimulam o trabalho dos neurônios.

Entende-se por plasticidade cerebral a facilidade das células do cérebro de se adequar a novas situações e aprender novidades.

Dançar é uma atividade que estimula a boa memória, porque exige aprendizado, coordenação corporal e o treinamento de novas técnicas. Na nova idade, essas práticas são ideais para impedir a atrofia de áreas cerebrais e evitar o aparecimento de diversas doenças que atingem a mente, o corpo e o equilíbrio emocional.

Ainda que sejam muito comuns durante o envelhecimento, doenças como o Alzheimer podem ser retardadas ou mesmo evitadas. O Alzheimer resulta de um processo degenerativo do cérebro, que afeta a memória e, à medida que avança, acaba interferindo na capacidade de raciocínio, nas emoções, na autoestima e no controle do comportamento.

Percebe-se, então, que a atenção e o cuidado aos fatores de proteção da saúde mental na nova idade são determinantes à manutenção da boa memória. Tais aspectos também auxiliam na prevenção de muitos problemas que comprometem a saúde, o bem-estar e a qualidade de vida desse grupo.

Agora é com você: gostou deste artigo? Quer aprender mais sobre práticas saudáveis? Aproveite a visita aos nosso blog e veja também como renovar sua saúde mental na nova idade!

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