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Saúde da família: saiba com o que se preocupar e como agir

saúde da família
25/12/2019
1 minuto de leitura

Você sabia que existe uma área da medicina dedicada apenas à saúde da família? Ela é responsável por estabelecer uma relação de cuidados e atenção ao bem-estar de todos os integrantes de uma família. Isso inclui pessoas desde o período de recém-nascido até à nova idade.

Inclusive, esse é um setor que está nos primeiros níveis de prestação de serviços do SUS (Sistema Único de Saúde), o qual busca dar atenção aos aspectos que têm relação direta com a qualidade de vida de uma família, como a alimentação, atividade física, exames de rotina, entre outros.

Neste guia, vamos explicar mais sobre a importância da medicina da família, principalmente durante a nova idade. Acompanhe e saiba muito mais sobre o assunto!

A medicina da família

Para começar, vamos falar um pouco mais sobre a área da medicina dedicada à família. A especialidade médica recebe o nome de Medicina da Família e Comunidade (MFC) e tem como objetivo atender pessoas de todas as idades, gêneros e condições de saúde.

O objetivo desse setor é prevenir ou contribuir com o tratamento de casos de doenças agudas ou crônicas. Para isso, são realizadas ações para promover ou recuperar a saúde dos indivíduos, analisando os contextos social, biológico, psicológico, ambiental, regional, entre outros.

Ao dar atenção à família em geral, é possível, além de obter dados mais precisos em relação às condições genéticas e propensões de doenças hereditárias, oferecer um cuidado mais direto e humanizado, acompanhando o progresso de cada pessoa.

Além disso, a Medicina da Família orienta sobre o zelo entre os integrantes desse grupo social. Ou seja, é possível aprender a observar os sinais que podem indicar alguma doença, adotar hábitos que promovem mais qualidade de vida, entre outros cuidados que são mais efetivos quando realizados em conjunto.

Os cuidados com a saúde da família

Agora que você conhece a área da medicina dedicada aos grupos familiares, vamos entender mais sobre a importância dos cuidados com a saúde da família. Primeiramente, dar atenção à própria saúde e a dos parentes ajuda a prevenir inúmeras doenças que, muitas vezes, têm seus sintomas despercebidos.

Afinal, realizar exames e consultas com uma frequência adequada — cerca de uma ou duas vezes ao ano, caso não haja nenhuma complicação no quadro de saúde — proporciona o monitoramento do próprio organismo, a fim de se certificar sobre o seu estado e se precipitar, caso haja chances de surgir uma doença rapidamente detectável.

Além disso, nada melhor que a tranquilidade de saber que as pessoas que amamos estão saudáveis, não é mesmo? Isso dispensa preocupações desnecessárias e recarrega o ânimo para realizar as tarefas do dia a dia e aproveitar os momentos felizes.

As propostas da saúde da família contribuem também para a longevidade. A expectativa de vida aumenta bastante quando hábitos saudáveis são adotados. Alguns ótimos exemplos são a alimentação equilibrada, prática regular de exercícios físicos, visita frequente ao médico, abandono de cigarros e excesso de bebidas alcoólicas, manutenção do IMC (Índice de Massa Corporal), entre outros.

No fim das contas, esses cuidados trazem, inclusive, economia financeira. Afinal, investir em saúde também é uma boa forma de poupar dinheiro com tratamentos futuros que, muitas vezes, saem mais caros do que o custo de uma vida equilibrada.

10 dicas para cuidar de familiares da nova idade

Sabendo da importância de dar atenção às boas práticas que favorecem a saúde da família, chegou a hora de descobrir como você pode adotar esses hábitos no seu dia a dia, principalmente com pessoas na nova idade.

Durante toda a vida, é necessário priorizar alguns cuidados que ajudam na manutenção da saúde. Conforme a idade avança, essa atenção precisa ser reforçada, pois novas demandas podem surgir, a fim de manter o bem-estar após os 60 anos.

A seguir, confira 10 dicas que vão orientar você a atender às necessidades especiais que os integrantes da nova idade podem precisar!

1. Dê atenção aos exames de rotina

Muito se sabe sobre a importância dos exames de rotina. Porém, muitas vezes, eles são negligenciados ou deixados para depois. A questão é que eles estão envolvidos com a análise do funcionamento do corpo e podem ser úteis para entender o seu estado de saúde e detectar doenças precocemente.

Entre os principais exames de check-up está o hemograma completo, que oferece informações sobre as 3 principais células do sangue — leucócitos, hemácias e plaquetas. Esses componentes são importantes para a defesa do organismo, transporte de oxigênio e autorregulação sanguínea, como a capacidade de coagulação.

Além disso, os exames laboratoriais de fezes e urina indicam muito sobre a saúde de órgãos digestivos e viscerais. Por exemplo, alguns componentes presentes na urina do paciente podem indicar problemas nos rins ou doenças como a anemia e o diabetes. Já aqueles que se encontram nas fezes apresentam características do estômago e intestino, assim como indicam a presença de parasitas, especialmente os vermes.  

Temos ainda os exames com objetivo de analisar a saúde dos órgãos reprodutores de cada gênero. Os homens, após os 40 anos, precisam realizar o exame de próstata, que ajuda a detectar o câncer nessa região.

Já para as mulheres é necessária a mamografia. Com a realização deste exame de forma periódica, pode auxiliar na identificação do câncer em sua fase inicial e o papanicolau — além de diversos outros exames ginecológicos que podem ser recomendados. O primeiro precisa ser feito aproximadamente aos 40 anos e os outros a partir da primeira relação sexual.

2. Cuide da alimentação

A alimentação sempre foi um caráter muito importante para a saúde, independentemente da idade ou gênero. Por meio dela o corpo recebe os nutrientes necessários, que muitas vezes não são sintetizados sem a ingestão de alimentos, para a regulação do organismo.

Uma dieta equilibrada envolve o consumo de itens que são protagonistas no combate à desnutrição e prevenção de doenças. Por exemplo, alimentos antioxidantes evitam que as células do nosso corpo entrem em oxidação por conta dos radicais livres e contribui para a prevenção do câncer. 

Por outro lado, comidas industrializadas apresentam poucos nutrientes e, na maioria das vezes, contam com conservantes que, em longo prazo, podem causar prejuízos à saúde e bem-estar. Além disso, para melhorar o sabor, contam com porções muito altas de sódio, açúcar e gorduras, o que favorece o surgimento de doenças como hipertensão, diabetes e colesterol alto.

Por esse motivo, o mais recomendado é optar por um cardápio repleto de produtos frescos e naturais, como legumes, verduras, grãos, sementes e frutas. Além disso, é uma boa ideia preparar os alimentos em casa e evitar a adição excessiva de sal ou açúcar nas receitas. Retirar itens processados, refinados e enlatados também faz toda a diferença na saúde.

Assim, o corpo receberá as porções mais adequadas de nutrientes importantes (ferro, carboidratos, proteínas, minerais etc.), assim como gorduras boas e açúcar diretamente dos alimentos. Para saber quais são os componentes indicados para uma alimentação equilibrada, é uma boa ideia contar com a ajuda de um nutricionista.

3. Cultive hábitos saudáveis

Existem diversos hábitos que podem parecer desnecessários, mas que fazem a diferença na qualidade de vida de uma família quando são colocados em prática. Por exemplo, para um bom convívio familiar, o diálogo é um dos pontos principais, assim como a falta de julgamentos e cuidado com a maneira que fala. Uma comunicação não-violenta contribui para a saúde mental de todo o conjunto e ajuda a manter boas relações.

Adotar práticas sustentáveis em família também é outro hábito que traz benefícios não apenas para o grupo, mas também para o meio ambiente. Já pensou em começar a separar o lixo reciclável e incentivar toda a família a fazer o mesmo? Outra boa ideia é transformar o lixo orgânico em adubo e usar para o cultivo de plantas e flores.

Contar com passatempos para a família também é um hábito saudável que pode ser facilmente adotado. Que tal separar um dia para fazer uma atividade em grupo toda semana? Isso ajuda a reforçar os laços, descontrair e melhorar a comunicação.

4. Incentive a prática de atividades físicas

Assim como a alimentação, a prática regular de atividades físicas também é importante para a manutenção do organismo. Ao se exercitar, o corpo consegue sintetizar hormônios que contribuem para a sensação de bem-estar, regular a atividade metabólica (que envolve o bom funcionamento do intestino e a prevenção de doenças como a obesidade, hipertensão, problemas na tireoide e colesterol alto), trabalhar a musculatura (por sua vez, isso é importante para a sustentação dos ossos e do corpo em geral) e ainda melhorar a autoestima.

Com isso, além de ter o organismo funcionando adequadamente, é possível evitar dores nas articulações, problemas ósseos e dificuldades de movimento, tendo em vista que os músculos estarão trabalhando adequadamente.

Entre as atividades físicas mais recomendadas para pessoas na nova idade estão os alongamentos, caminhada, pilates, natação, hidroginástica e, para quem tem mais energia, a dança. Os familiares podem fazer companhia durante a prática desses exercícios e ainda cuidar do bom funcionamento do próprio organismo.

No entanto, antes de iniciar uma atividade física, é importante passar pela avaliação realizada por um médico. Com um profissional apto, é possível saber quais são os exercícios mais indicados e as contraindicações. Geralmente, o clínico geral ou médico do esporte são os profissionais responsáveis por essa consulta.

5. Verifique a necessidade de adaptação da casa

Em alguns casos, pode ser necessária a adaptação da casa para que a pessoa na nova idade consiga realizar as suas atividades sem nenhum problema. Por exemplo, se ela apresenta problemas na coluna, o ideal é deixar objetos em fácil acesso, em lugares onde a mão consiga alcançar sem esforço — ou seja, nem muito alto nem muito baixo.

Já para casos em que há a necessidade de uso de cadeira de rodas, é importante adaptar o banheiro para que a pessoa consiga se movimentar e se transportar de uma cadeira para a outra durante o banho. A instalação de barras para apoio também é uma ideia que facilita o dia a dia e previne quedas.

6. Adapte a rotina

Com o passar do tempo, as pessoas não têm mais a disposição de realizar atividades no mesmo ritmo que faziam durante a juventude — e não há nenhum problema nisso, tendo em vista que é um processo natural.

Por isso, é interessante adaptar a rotina da família para fazer companhia às pessoas com mais de 60 anos ou acompanhá-las em suas atividades, realizar passeios de acordo com a preferência delas, entre outras atitudes que ajudam no bem-estar de todo o grupo.

7. Esteja sempre atento ao uso correto das medicações

Fique alerta também ao horário e uso correto das medicações. Quando há a necessidade de tomar remédios, é imprescindível que eles sejam consumidos nos momentos certos e nas doses indicadas. Isso é fundamental para o tratamento e para evitar complicações na saúde.

Além disso, sempre tenha pronto um kit de primeiros socorros, que envolve álcool, bandagens e algodão. Isso é importante para toda a família e ajuda a reparar situações inesperadas, como acidentes com ferimentos ou cortes.

8. Priorize uma boa rotina de sono

O sono é outro dos componentes principais para uma vida com qualidade. Ele ajuda a regular as principais funções do organismo e a dar mais disposição e energia para começar o dia. O recomendado é que se durmam cerca de 8 horas ininterruptas a cada noite.

Por isso, criar uma rotina de sono pode colaborar muito para a sensação de descanso de todos os membros da família, assim como o seu desempenho nas tarefas diárias. Para isso, existem alguns truques muito úteis, como:

  • dispense o uso de celulares, televisores, computadores ou qualquer outro tipo de dispositivo que produza brilho. O ideal é que isso seja feito por cerca de 30 minutos antes da hora de dormir;
  • crie um horário para que todos possam ir para a cama diariamente;
  • incentive a prática de uma atividade relaxante antes de dormir, como alongamentos ou leitura de um livro;
  • aposte nos chás que têm efeito calmante para as últimas horas do dia ou em refeições como a ceia;
  • opte por um colchão, travesseiros e cobertas confortáveis;
  • consulte um médico caso alguém da família continue tendo problemas para dormir.

9. Observe os hábitos de higiene e limpeza

Uma casa limpa é fundamental para a prevenção de doenças causadas por infecções por vírus, bactérias ou outro microrganismos, como os ácaros — muito presentes em travesseiros e acessórios de cama. 

Por isso, é importante incentivar a adoção de alguns hábitos de higiene, como lavar as mãos antes de comer, tomar banho diariamente, trocar as roupas sujas, cortar as unhas, escovar os dentes, trocar as roupas de cama e os travesseiros frequentemente, fazer a limpeza dos cômodos da casa, entre outras práticas.

Ainda que pareçam óbvias, muitas vezes, essas atividades são esquecidas e dispensadas, principalmente após a nova idade. Contudo, elas são de grande importância para cuidar da saúde e evitar doenças por contágio direto. Por isso, fique atento a esses hábitos e sempre converse sobre a importância deles no nosso dia a dia.

10. Estimule a vivência social

O convívio social é algo importante para todas as pessoas. Afinal, os humanos são seres sociais que precisam se relacionar com outros para realizar as suas atividades diariamente. Desse modo, contar com um ciclo de amizades após a nova idade também é de grande importância.

Passear com os amigos e família, frequentar grupos sociais, realizar atividades em conjunto, entre outras opções, são alguns exemplos de vivência social importantes por toda a vida e devem ser estimulados com o intuito de manter a saúde mental e ter uma vida mais feliz.

Os sinais no comportamento que devem ser analisados

A nova idade pode trazer novos comportamentos que, muitas vezes, indicam algum problema que a pessoa não quis contar ou que ainda não tenha percebido. Por isso, é papel da família analisar esses pontos de atenção e tentar ajudar da melhor maneira possível.

Confira alguns sinais que merecem atenção a partir da nova idade!

Isolamento

Muitas pessoas, nessa fase, tendem a se isolar por diversos motivos. Algumas sentem que estão causando incômodo aos familiares, outras estão incomodadas com algo que não querem falar para não causar conflito e é possível também que estejam se sentindo tristes ou sozinhas.

O importante é perceber essa tendência e tentar se aproximar da pessoa, sem invadir o seu espaço. Tente conversar e descobrir o que causou esse comportamento. Além disso, faça o máximo possível para incentivar o convívio social e animar o seu familiar.

Falta de apetite

A falta de apetite pode ser causada tanto por problemas de saúde física quanto psicológica. Pessoas que sofrem de depressão tendem a ter o apetite reduzido e a falta de interesse em atividades que antes faziam parte de sua rotina.

Além do mais, doenças gastrointestinais ou anemia causam esse comportamento. Por essa razão, é importante realizar os exames de check-up para saber se existe algum desses problemas, assim como buscar ajudar a pessoa, caso ela esteja com alguma doença emocional ou psicológica.

Entretanto, é preciso considerar também o contexto. Caso a mudança dos hábitos alimentares tenha sido repentina, tente ver outros fatores que podem estar causando esse comportamento, como o excesso de calor, problemas bucais ou até mesmo o cardápio que está sendo oferecido.

Esquecimentos

Pessoas da nova idade podem sofrer de doenças que causam problemas de memória, como a demência, o Parkinson e o Alzheimer. Geralmente, alguns sinais que esses transtornos dão são os esquecimentos repentinos, seja de eventos recentes, seja de mais antigos.

Fique atento a esse tipo de comportamento e incentive a realização de atividades intelectuais que estimulem o uso da memória e aprendizagem, a fim de continuar o desenvolvimento dessas habilidades cognitivas.

Agressividade

A agressividade pode ter origem em diversos fatores. No geral, quando sentimos raiva, temos a tendência de sermos mais violentos com as palavras ou com os gestos. Por isso, caso tenha notado esse comportamento diferente, tente descobrir se há algo causando esse sentimento.

Nesse caso, vale a pena contar com a ajuda de profissionais da Psicologia para entender mais a fundo o que pode estar acontecendo. Lembre-se também de tirar todos os estímulos de estresse do meio e buscar por atividades que incentivam o relaxamento.

Novos hábitos

Os hábitos podem ser entendidos como atividades que praticamos automaticamente, muitas vezes, sem nos darmos conta. Pessoas com mais de 60 anos podem começar a ter alguns comportamentos estranhos que nunca haviam mostrado anteriormente — por exemplo, novos tiques, medos, entre outros. 

Caso se depare com essas situações, experimente questionar gentilmente a pessoa sobre o que ela está fazendo. Como visto, pode ser que ela também não tenha percebido que começou a fazer isso. O intuito é ser o mais compreensivo possível e orientar o seu parente a evitar ou contornar essa prática.

Dificuldade de expressão ou diálogo

A dificuldade de expressão também pode ser um sinal de problemas de memória. Apresentar frequentemente problemas para se lembrar das palavras ou para entender o significado de algumas delas (que já eram conhecidas anteriormente) é um sinal de que alguma falha cognitiva.

Além disso, isso é bastante comum com quem fica muito tempo isolado ou sozinho, sem contato com outras pessoas. Por isso, é essencial reforçar a necessidade de contato social e diálogo constante, a fim de estimular essas áreas do cérebro e evitar o esquecimento.

Audição reduzida

A audição é um sentido que tende a se desgastar com o passar do tempo. Por isso, não é nada incomum encontrar pessoas com mais de 60 anos de idade que têm problemas para ouvir os sons claramente.

Em diversos casos, é possível contar com a ajuda de aparelhos para reforçar a audição, principalmente quando as falhas são percebidas rapidamente. Desse modo, se você perceber que os seus familiares estão com problemas para ouvir sons numa frequência normal, incentive a procura e orientação de um otorrinolaringologista para encontrar um tratamento adequado.

Falta de atenção

A desatenção é outro sinal grave que é importante ser detectado precocemente. Isso porque a falta de atenção no dia a dia pode causar acidentes, como quedas e lesões, assim como pode ser perigoso para pessoas que andam sozinhas na rua.

Apatia

A apatia é um comportamento indiferente, que apresenta poucas emoções. Não são todos os casos em que a pessoa apresenta depressão, mas muitas vezes ela está relacionada a essa doença. Esse também é um sinal para diversos outros transtornos mentais ou hormonais — por exemplo, hipotireoidismo, demência, esquizofrenia etc.

Desse modo, caso note que isso surgiu de uma maneira muito repentina, faça o possível para estimular o seu familiar a ter contato com atividades prazerosas e que são de sua preferência, como um antigo hobby ou algo que ele sempre mencionou que desejava fazer.

Viu só como a saúde da família é uma área importante para zelar pelo bem-estar de todos os membros do grupo? Não é à toa que ela tem sido cada vez mais estimulada para proporcionar mais qualidade de vida na nova idade.

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