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Guia para a prevenção de doenças: exames, hábitos e dicas saudáveis

prevenção de doenças
13/07/2020
1 minuto de leitura

Pensar na prevenção de doenças é uma maneira inteligente de garantir a saúde e o bem-estar em qualquer estágio da vida.

O corpo humano costuma dar sinais quando algo não vai bem. No entanto, esses sintomas podem aparecer quando o problema já está em um estágio avançado ou é tão discreto que passa imperceptível.

Saber como o organismo e as principais enfermidades funcionam é fundamental para evitar doenças e se cuidar. Pensando nisso, preparamos este guia especial sobre o tema. Conheça as doenças e os exames preventivos principais e saiba como ter uma vida saudável após os 40 anos. Boa leitura!

Tipos de doenças mais comuns a partir dos 40 anos

Saúde é assunto sério e merece cuidado desde o nascimento. No entanto, quanto mais próximas à nova idade as pessoas estão, mais atenção o organismo delas merece.

Para ter sucesso na prevenção de doenças, o primeiro passo é conhecer o que pode afetar nosso corpo e de que formas o organismo reage para mostrar que algo está mudando.

Pensando nisso, separamos os 12 tipos de doenças mais comuns que podem aparecer a partir dos 40 anos.

1. Menopausa

A menopausa não é exatamente uma doença, mas uma etapa natural do envelhecimento da mulher que pode aumentar o risco de alguns problemas, como:

  • doenças cardíacas;
  • Doença de Alzheimer;
  • mau funcionamento da bexiga e do intestino;
  • osteoporose;
  • doenças oculares, como catarata e degeneração.

Grande parte das pessoas conhece a menopausa como a interrupção da menstruação. No entanto, é um processo lento que acontece em 3 estágios:

  1. Perimenopausa — em geral, a primeira fase começa anos antes da menopausa propriamente dita, quando os ovários produzem menos estrogênio. A perimenopausa dura até a menopausa, o ponto em que os óvulos deixam de ser liberados. Nos últimos 1 a 2 anos desse estágio, os níveis de estrogênio caem mais de maneira rápida e muitas mulheres começam a sentir os sintomas da menopausa, como a interrupção da menstruação;
  2. Menopausa — a menopausa é marcada pelo período que a mulher ficou sem menstruar. Ao completar 1 ano, já pode ser considerada menopausa. Os ovários param de liberar óvulos e produzir a maior parte de seu estrogênio;
  3. Pós-menopausa — são os anos após a menopausa. Sintomas da menopausa, como ondas de calor, costumam diminuir. Em contrapartida, os riscos à saúde relacionados à perda de estrogênio aumentam à medida que o tempo passa. Por isso, trabalhar na prevenção de doenças é fundamental.

2. Alzheimer

A Doença de Alzheimer é um distúrbio cerebral irreversível e degenerativo, que prejudica lentamente as habilidades de memória e pensamento e, eventualmente, a capacidade de realizar tarefas simples.

Na maioria das pessoas com Alzheimer, os primeiros sintomas aparecem por volta dos 60 anos e estão relacionados à memória. À medida que a doença avança, as pessoas sofrem de mais perda de memória e outras dificuldades cognitivas.

Dito isso, os principais sinais e sintomas do Alzheimer são:

  • a pessoa se perde com facilidade na cidade, no bairro e em outros locais que conhece e está acostumada a transitar;
  • dificuldade para encontrar palavras para expor sentimentos e ideias;
  • dificuldade para interpretar estímulos visuais;
  • dificuldade para acompanhar diálogos ou pensamentos complexos;
  • incapacidade de resolver problemas;
  • irritabilidade e agressividade;
  • repetição de perguntas;
  • perda de memória para acontecimentos recentes;
  • tendência ao isolamento.

3. Doença renal crônica

A doença renal crônica, também chamada de insuficiência renal crônica, se dá pela perda gradual da função renal.

Seus sinais e sintomas se desenvolvem ao longo do tempo, aparecem na mesma velocidade em que o dano progride e não são específicos, ou seja, também podem ser causados por outras doenças.

Como os rins são órgãos com alto poder de adaptação e capazes de compensar a perda de função, esses sinais podem não aparecer até que ocorra dano irreversível. Dito isso, os principais sintomas ligados à doença renal crônica incluem:

  • confusão mental leve;
  • dor no peito, quando há acúmulo de líquido próximo ao coração;
  • espasmos e cãibras musculares;
  • fadiga e fraqueza;
  • falta de ar, se o líquido se acumular nos pulmões;
  • inchaço dos pés e tornozelos;
  • mudanças no padrão de micção;
  • náusea;
  • perda de apetite;
  • pressão alta;
  • problemas de sono;
  • pus;
  • vômito.

4. Enfisema pulmonar

O enfisema pulmonar faz parte de um grupo de doenças pulmonares chamado de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Ele costuma ser acompanhado de bronquite crônica.

Os sintomas podem ser ligeiramente diferentes para cada pessoa, mas seus primeiros sinais costumam incluir:

  • chiado no peito;
  • falta de ar e fadiga;
  • perda de peso;
  • problemas no sono;
  • produção de escarro;
  • respiração rápida;
  • tosse.

5. Câncer

O câncer é o crescimento descontrolado de células em qualquer parte do corpo. Seus sintomas dependem do tipo e do grau específicos da doença. No entanto, há algumas manifestações comuns:

  • alterações cutâneas;
  • alterações na voz;
  • caroços;
  • dores;
  • fadiga;
  • perda de peso;
  • sangramentos incomuns;
  • tosse persistente.

Existem mais de 200 tipos de câncer. Por isso, os sintomas gerais não são muito específicos.

A partir desses sinais, há testes para rastrear e diagnosticar o possível câncer. O diagnóstico definitivo é feito pela biópsia, em que é analisado um fragmento de tecido suspeito.

6. Osteoporose

A osteoporose é a doença conhecida por enfraquecer os ossos. Quem sofre de osteoporose fica com os ossos tão frágeis que uma simples queda ou atitudes corriqueiras, como tossir, podem causar uma fratura.

Geralmente, as fraturas ocorrem no quadril, no punho ou na coluna vertebral, mas a doença não costuma apresentar sintomas nos estágios iniciais da perda óssea. No entanto, em estágios mais avançados, os sinais e sintomas podem incluir:

  • dor nas costas;
  • perda de altura ao longo do tempo;
  • osso que se quebra muito mais facilmente que o esperado;
  • postura curvada.

7. Doenças cardíacas

As doenças cardíacas ou cardiovasculares são os problemas que afetam o coração e os vasos sanguíneos. Elas podem ser silenciosas quando o indivíduo não visita o médico regularmente.

Um ataque cardíaco ou derrame às vezes é o primeiro aviso de que algo não vai bem. Nesse sentido, os primeiros sinais são dores ou desconfortos. Diferentemente do que muitas pessoas podem pensar, não irradia só no centro do peito ou no braço esquerdo. Também pode afetar ombro, cotovelos, mandíbula ou costas. Outros sintomas são:

  • ânsia de vômito;
  • confusão, dificuldade em falar ou entender a fala;
  • desmaio ou inconsciência;
  • dificuldade em ver com um ou ambos os olhos;
  • dificuldade para caminhar, tontura, perda de equilíbrio ou coordenação;
  • dificuldade para respirar;
  • dor de cabeça intensa;
  • palidez;
  • suor frio;
  • tontura.

Pessoas com esses sintomas devem procurar atendimento médico imediatamente.

Outras doenças do coração podem se manifestar por meio de falta de ar, fadiga, batimentos cardíacos irregulares, dor no peito e desmaios.

8. Diabetes

O diabetes é a doença conhecida por elevar as taxas de açúcar no sangue. Os tipos mais conhecidos são:

  • diabetes tipo 1, quando o corpo não produz insulina, mais comum em crianças e adultos jovens, embora possa aparecer em qualquer idade;
  • diabetes tipo 2, quando o corpo não produz insulina nem a usa da forma correta, geralmente diagnosticado em pessoas com mais de 40 anos.

Os sintomas mais frequentes são:

  • aumento da fome;
  • aumento da sede e vontade de urinar;
  • dormência ou formigamento nos pés ou nas mãos;
  • fadiga;
  • feridas que não cicatrizam;
  • perda de peso repentina e sem explicação;
  • visão embaçada.

Portadores de diabetes tipo 1 tendem a descobrir a doença rápido, pois esses sintomas aparecem em questão de semanas. Diferentemente do diabetes tipo 2, em que os sintomas se desenvolvem de modo lento — ao longo de vários anos — e podem ser tão leves que passam despercebidos.

9. Artrite

Artrite é o inchaço e a sensibilidade de uma ou mais articulações. Os principais sintomas são dores e rigidez, que normalmente pioram com a idade. Embora se desenvolvam com o tempo, podem aparecer de repente — especialmente em mulheres adultas.

Existem mais de 100 tipos de artrite, com diferentes causas e métodos de tratamento. Dependendo do tipo, sinais e sintomas podem incluir:

  • diminuição da amplitude de movimento;
  • dor;
  • inchaço;
  • rigidez;
  • vermelhidão.

10. Doença de Parkinson

A Doença de Parkinson é um distúrbio progressivo do sistema nervoso que afeta o movimento. Os primeiros sintomas são discretos, como um tremor quase imperceptível em uma das mãos ou nos dedos.

Os sintomas da Doença de Parkinson pioram à medida que a condição progride. Mesmo assim, vale destacar que cada pessoa pode apresentar um conjunto diferente de sinais. No entanto, o mais comum é que os primeiros tremores apareçam de um lado do corpo antes de afetar o organismo por inteiro.

Dito isso, os sintomas mais frequentes são:

  • fala mais arrastada e dificuldade de escrever;
  • postura curvada e dificuldade de manter o equilíbrio;
  • rigidez muscular em partes do corpo, limitando os movimentos;
  • demora para realizar movimentos como caminhar ou se levantar;
  • tremor nas mãos enquanto o membro está em repouso ou apenas nos dedos;
  • perda de movimentos como piscar, sorrir ou balançar os braços ao andar.

Embora a Doença de Parkinson não possa ser curada, o tratamento adequado pode melhorar significativamente seus sintomas e garantir mais qualidade de vida ao portador.

11. Catarata

O envelhecimento natural do corpo humano pode levar à catarata, uma doença progressiva que afeta a nitidez da visão.

Seus principais sintomas são a perda no contraste das cores e a troca frequente de grau dos óculos, sem apresentar uma melhora efetiva do problema. Quando isso acontece, o paciente deve ser submetido à cirurgia.

As inflamações oculares e a exposição excessiva ao sol também podem causar a catarata. Por isso, é importante usar óculos com proteção e consultar o oftalmologista caso seja notado qualquer desconforto em relação à visão.

12. Pneumonia

A pneumonia é uma infecção pulmonar que pode afetar qualquer pessoa, mas os dois grupos etários de mais risco são:

  • bebês e crianças com menos de dois anos;
  • adultos com mais de 65 anos.

Seus sintomas variam de leve a grave, dependendo de fatores como o tipo de infecção, a idade e a saúde geral. Quando se manifestam de forma branda, podem ser confundidos com os da gripe ou do resfriado.

São sinais de pneumonia:

  • dor no peito ao respirar ou tossir;
  • fadiga;
  • falta de ar;
  • febre, sudorese e calafrios;
  • temperatura corporal abaixo da normal, em idosos e indivíduos com sistema imunológico comprometido;
  • náusea, vômito ou diarreia;
  • confusão mental, em pessoas acima de 65 anos;
  • tosse.

Exames fundamentais e quando realizá-los

A prevenção de doenças é fundamental para o envelhecimento saudável. Portanto, ter acompanhamento médico periódico, manter um estilo de vida adequado e realizar exames periódicos são atitudes fundamentais para quem deseja passar os anos tranquilo e com qualidade.

Como você pôde conferir no tópico anterior, grande parte das doenças é silenciosa, ou seja, não se manifesta no início. Sendo assim, os exames preventivos mostram que algo pode estar errado, mesmo que a pessoa não esteja sentindo nada.

Os exames revelam informações importantes sobre o organismo, como equilíbrio de nutrientes, taxa de metabolismo e hormônio, vias gastrointestinais, entre outros dados de saúde.

Ao conhecer essas informações, o indivíduo pode curar e reconstituir o corpo para desempenhar a função ideal, prevenindo determinada doença ou sintomas persistentes. Dito isso, fique por dentro dos exames fundamentais e a frequência com que devem ser realizados.

Hemograma com dosagem de glicemia, lipídios e creatina

O hemograma completo é o famoso exame de sangue e deve fazer parte dos cuidados à saúde de indivíduos em qualquer idade.

Para a prevenção de doenças, os médicos costumam solicitar uma vez por ano. A frequência pode ser maior dependendo da situação do paciente.

Mamografia

A mamografia é um dos exames para mulheres mais importantes, acompanhado do ultrassom e dos exames de sangue. Ela ajuda a identificar a formação de um possível câncer de mama.

Para mulheres sem sintomas, é recomendada a cada 2 anos a partir dos 50 anos e não deve ser feita em pessoas mais novas sem necessidade. Nesse caso, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer, pode indicar resultados incompatíveis com a realidade.

Exame de urina e fezes

O Ministério da Saúde recomenda a realização anual do exame de urina e fezes para pessoas com mais de 50 anos.

Quando o médico tem suspeita de algum problema intestinal ou na bexiga, pode aumentar a frequência ou pedir a colonoscopia para complementar.

Colonoscopia

A colonoscopia é um exame de imagem, em que se observa a situação do intestino grosso e da porção final do intestino delgado por meio de uma microcâmera introduzida no ânus do paciente. Esse exame exige anestesia.

Aqueles que sofrem de alguma doença inflamatória no intestino devem repetir com certa frequência.

Exame de próstata

O SUS tem um protocolo para tratar da saúde do homem, que traz diversas recomendações acerca do câncer de próstata e da sua prevenção.

O exame de próstata deve ser realizado em homens a partir dos 40 anos, uma vez ao ano.

Dicas para prevenir doenças

Diante dos problemas que costumam aparecer a partir dos 40 anos, fica a dúvida: qual é a melhor maneira de nos protegermos?

Embora não haja nada que possamos fazer sobre alguns fatores, como os genéticos, existem medidas que podem ser tomadas para minimizar o risco de doenças e aumentar a longevidade. Veja nossas dicas.

Exercitar-se regularmente

Praticar atividades físicas de modo regular diminui o risco de várias doenças, como as relacionadas ao coração, ao diabetes tipo 2, à pressão e ao colesterol altos.

Além disso, promove a qualidade de vida, já que os exercícios físicos ajudam no controle de peso e estresse. Ou seja, além de contribuir para o envelhecimento saudável, tem um importante papel para preservar a saúde mental e estimular a socialização.

Atividades como cuidar do jardim, limpar a casa, usar a escada no lugar do elevador e passear com o cachorro são formas de movimentar o corpo. Mesmo assim, é importante complementar com atividades como caminhadas pelo bairro, sessões de pilates, natação e outros exercícios de mais intensidade e adequados à necessidade da pessoa.

Manter uma alimentação saudável

Assim como os exercícios físicos, manter uma dieta saudável ajudar a proteger o coração, melhorar a pressão arterial e o colesterol e reduzir o risco de diabetes e outras doenças. Até mesmo alguns tipos de câncer podem ser evitados com um plano alimentar saudável.

Os alimentos saudáveis incluem:

  • carnes magras, peixes e alimentos ricos em ômega 3;
  • frutas e vegetais;
  • gorduras saudáveis, como o azeite;
  • grãos integrais, outros cereais e leguminosas, como o feijão;
  • laticínios com pouca ou nenhuma gordura.

Quem deseja manter uma dieta saudável deve evitar o consumo excessivo de sal, açúcar, bebidas alcoólicas, alimentos processados e industrializados.

Consultar o médico periodicamente

Mesmo que a pessoa se sinta bem e com a saúde em dia, manter consultas médicas regulares é algo necessário para a prevenção de doenças.

Ter um médico de confiança é fundamental na busca pelo envelhecimento saudável. Um médico da família ou clínico geral pode ajudar a manter em dia o calendário de vacinas e exames laboratoriais de rotina.

Consultar o especialista regularmente também garante as orientações adequadas, caso seja necessário procurar outras especialidades médicas, impedindo que pequenos problemas possam evoluir para algo mais sério.

Prezar pela qualidade do sono

Dormir pouco ou dormir mal pode prejudicar a saúde. Grande parte dos adultos precisa de, pelo menos, sete horas de sono por noite.

Isso significa que dormir bem deve ser prioridade. Veja algumas dicas para um sono de qualidade:

  • definir um horário para dormir e procurar cumpri-lo;
  • desligar o celular e a televisão pelo menos 2 horas antes do sono. Ouvir música ou ler um livro são melhores que as telas para relaxar;
  • evitar alimentos pesados e consumo de álcool antes de dormir;
  • manter o quarto escuro e silencioso;
  • procurar acordar no mesmo horário todos os dias;
  • refletir sobre os momentos positivos do dia antes de dormir.

Se a pessoa sente que dormiu o suficiente, mas ainda está cansada durante o dia, o indicado é procurar orientação médica. O mesmo vale para quem ronca. Como esses são sintomas de apneia, pode haver breves interrupções da respiração no momento do sono.

Vale destacar que dormir bem tem influência direta no bem-estar. Por isso, buscar ajuda especializada é fundamental.

Tomar cuidados especiais na menopausa

A menopausa é uma grande mudança no corpo e na vida de uma mulher. Os desequilíbrios e as flutuações hormonais podem causar diversos sintomas físicos e psicológicos, como:

  • acne;
  • alteração menstrual;
  • alteração no humor;
  • ansiedade;
  • dificuldade para se concentrar;
  • disfunção urinária;
  • dor de cabeça;
  • excesso de pelos;
  • fadiga;
  • falta de lubrificação vaginal e alteração na libido;
  • inchaço e retenção de líquidos;
  • mudança no padrão de peso;
  • palpitação;
  • pele seca;
  • perda de memória ou confusão nos pensamentos;
  • perturbação e distúrbio do sono;
  • queda de cabelo;
  • sentimento de angústia;
  • sudorese noturna;
  • tontura.

Mais do que nunca, essa fase exige que as mulheres cuidem da mente e do corpo com muito carinho, até mesmo para evitar doenças que possam aparecer após a menopausa.

Além de ter atenção às consultas com especialistas para manter os exames em dia, profissionais como dermatologistas, nutricionistas e psicólogos podem contribuir para amenizar alguns sintomas, elevando a autoestima e mantendo o bem-estar.

Investir em atividades prazerosas e descobrir um passatempo também ajudam a suavizar os impactos e permitir um envelhecimento mais confortável e feliz.

Pare de fumar

Uma das melhores coisas que um fumante pode fazer pela sua saúde é parar de fumar. Os produtos químicos contidos no cigarro causam problemas de saúde que:

  • podem danificar o coração e os vasos sanguíneos;
  • se refletem na pele;
  • prejudicam os pulmões.

Além disso, afetam o organismo de quem convive diretamente com pessoas que fumam.

A fumaça do cigarro reduz o oxigênio no sangue, o que aumenta a pressão sanguínea e a frequência cardíaca — porque o coração precisa trabalhar mais para fornecer oxigênio suficiente ao corpo e ao cérebro. Independentemente se o indivíduo for fumante ativo ou passivo, os riscos à saúde são os mesmos.

A boa notícia é que a prevenção de doenças começa no instante em que a pessoa decide parar de fumar. Por exemplo, o risco de infarto começa a cair depois de 24 horas sem cigarro. Após um ano, essa probabilidade é reduzida pela metade, não importa quanto tempo a pessoa tenha sido dependente da nicotina.

Como você pôde perceber ao longo deste material, cuidar da saúde de maneira preventiva é fundamental para garantir a qualidade de vida e o envelhecimento saudável, evitando doenças que muitas vezes se manifestam discretamente ou são apenas silenciosas.

Visitar o médico regularmente é o melhor presente que a pessoa pode oferecer a ela mesma, já que as doenças crônicas podem ser evitadas quando detectadas precocemente e outras são mais fáceis de tratar quando descobertas logo no início.

Ao seguir nossas dicas para a prevenção de doenças, o indivíduo pratica o autocuidado e demonstra amor ao próprio corpo.

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