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Doenças do coração: as 10 mais comuns, seus sintomas e prevenção

doenças do coração
08/07/2020
1 minuto de leitura

As doenças do coração, também conhecidas como doenças cardiovasculares, são todas aquelas que podem afetar o bom funcionamento do órgão ou que interferem na passagem do sangue nas veias e artérias do corpo.

Geralmente, essas complicações de saúde surgem com a prática de hábitos pouco saudáveis, que comprometem o funcionamento do organismo (como má alimentação, sedentarismo, entre outros), por predisposição genética ou com o avançar da idade.

Neste post, vamos apresentar as 10 doenças do coração mais comuns, assim como seus sintomas, tratamento e prevenção. Acompanhe para saber mais!

1. Angina

A angina é caracterizada por uma dor que surge no peito. Essa sensação tem origem na falta de irrigação sanguínea (chamada de isquemia) nos músculos que protegem o coração (miocárdio). Isso ocorre por conta da redução da espessura das artérias que levam o sangue para o coração, diminuindo o fornecimento de oxigênio e nutrientes necessários para a saúde cardíaca.

Sintomas

Como visto, um dos principais sintomas da angina é o desconforto no peito, que pode se espalhar pelos braços, ombros e mandíbula (principalmente no lado esquerdo). No geral, essa dor vai e vem, causando um grande incômodo. Alguns pacientes também sentem uma pressão na região do tórax.

É comum que essa dor fique mais intensa ao fazer algum esforço físico, mas algumas pessoas também sentem desconforto mesmo quando estão em repouso. Fatores ambientais, como estresse, frio e indigestão, podem agravar os sintomas.

Tratamento

Ao notar uma dor frequente no peito, é fundamental ir em busca de um cardiologista. Afinal, a angina é uma doença de risco e a falta de oxigenação no coração é prejudicial para todos os órgãos.

O tratamento, na maioria das vezes, se dá com uma medicação. Em casos mais graves, é necessária a intervenção cirúrgica, a fim de colocar implantes de pontes ou balões nas artérias que estão ficando estreitas.

Prevenção

O estresse, como você pôde ver, pode não apenas aumentar os sintomas, como favorecer o surgimento dessa doença. O mesmo vale para o aumento da pressão arterial. Por esse motivo, fazer o possível para ter um dia a dia com poucas situações estressantes, cuidar da saúde mental e cortar os alimentos com excesso de sal é uma maneira de se prevenir dessa complicação.

Além disso, alguns hábitos nocivos à saúde aumentam a propensão de desenvolver esse transtorno. Entre eles, podemos citar o tabagismo, consumo em excesso de álcool, obesidade, sedentarismo e alimentação desregulada.

2. Aneurisma da aorta abdominal

O aneurisma é um transtorno que causa a dilatação de uma artéria. A aorta, por sua vez, é a artéria mais importante do sistema cardiovascular. Essa doença do coração nada mais é que a presença de um aneurisma na aorta que leva sangue para a região do abdômen.

Alguns dos fatores que podem influenciar essa doença são o tabagismo e o envelhecimento. Além disso, pessoas com histórico de aneurisma na família também estão propensas a desenvolverem esse problema.

Sintomas

Uma das maiores dificuldades de diagnosticar o aneurisma da aorta abdominal é que essa doença é bem silenciosa. Na maioria dos casos, os pacientes não apresentam sintomas. No entanto, alguns relatam sentir pulsações na região do abdômen ou dor nas costas.

Caso haja o rompimento do aneurisma, o indivíduo sente uma dor forte no abdômen e nas costas, náuseas, batimentos cardíacos acelerados, queda da pressão arterial, além de vomitar. Nesse caso, é de extrema importância procurar atendimento médico urgente, pois, dependendo da intensidade da hemorragia interna, pode ser fatal.

Tratamento

É possível detectar esse problema, antes do rompimento, com exames de check-up — por exemplo, ultrassom abdominal. Quando o aneurisma tem pelo menos 5 cm, é possível implantar uma prótese, por meio de uma cirurgia endovascular, para evitar demais complicações.

Prevenção

Primeiramente, é interessante reforçar que esse tipo de aneurisma não está relacionado com o cerebral. Entretanto, ele pode se associar com outras doenças do coração, como a aterosclerose (acúmulo de gordura ou demais substâncias dentro da artéria).

Por esse motivo, uma das maiores medidas de prevenção é evitar a ingestão de alimentos gordurosos, assim como controlar os índices de colesterol, evitar o diabetes e prevenir a hipertensão.

3. Arritmia

O coração bate em um ritmo regular, porém, quando há a presença da arritmia, os batimentos cardíacos ficam descompassados. Como o coração é responsável por bombear sangue para todo o corpo, essa variação rítmica é capaz de trazer diversas consequências para o organismo.

O cérebro é o responsável por manter todos os órgãos funcionando devidamente, inclusive o coração. Por essa razão, quando há alguma alteração durante o envio dos impulsos elétricos, o miocárdio não recebe a condução elétrica adequada para seguir o ritmo normal dos batimentos.

A arritmia também pode ser causada por conta da ingestão de substâncias depressoras ou estimulantes. Por exemplo, o excesso de cafeína é capaz de acarretar taquicardia (quando o ritmo cardíaco fica mais acelerado). Além disso, esse distúrbio pode ser um sinal para outras doenças do coração, como miocardite, infarto, entre outras.

Sintomas

Uma pessoa consegue sentir quando o ritmo de seus batimentos cardíacos mudam. Geralmente, a arritmia dá a sensação de palpitação no tórax e na região do pescoço. Além do mais, o indivíduo começa a se sentir mais cansado, como se tivesse feito um grande esforço físico.

Em casos mais graves, é possível haver a perda momentânea da consciência, por meio dos desmaios. Em situações ainda mais preocupantes, pode acontecer uma parada cardíaca.

Tratamento

Um dos tratamentos mais utilizados para a arritmia é a aplicação de um marcapasso no coração. Esse aparelho ajuda a gerar a frequência adequada dos batimentos cardíacos por meio de impulsos elétricos. Outra abordagem é o uso de medicamentos que ajudam a controlar o taquicardia.

Prevenção

Nesse caso, é preciso dizer que não existem medidas que previnam completamente a arritmia. Contudo, complicações podem ser evitadas com a prática da atividade física, colesterol e pressão arterial bem controlados, diminuição do estresse, entre outros.

4. Infarto agudo do miocárdio

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O infarto agudo do miocárdio ocorre por conta do surgimento de um coágulo nas paredes sanguíneas, de modo que impede que o sangue chegue até o músculo cardíaco. Desse modo, ocorre a morte celular da região por falta de oxigenação, prejudicando o funcionamento do órgão.

Do mesmo modo que o aneurisma da aorta abdominal, o infarto pode ser desenvolvido a partir do acúmulo de gorduras no interior das artérias, a aterosclerose, o que é capaz de causar o entupimento desses canais.

Sintomas

Nem todas as pessoas que sofrem infartos apresentam sintomas, embora a maioria apresente. Ao detectar qualquer mal-estar súbito, é importante que alguém chame a ambulância para levar o indivíduo o mais rápido possível para o atendimento médico. Os principais sintomas de infarto são:

  • dor ou sensação de aperto no peito;
  • incômodo no braço esquerdo e nas costas, que pode subir para os ombros e maxilar, oriundo da dor no peito;
  • mudança na frequência cardíaca;
  • sudorese;
  • falta de ar em pessoas da nova idade.

Tratamento

O tratamento do infarto consiste em retirar o coágulo da artéria comprometida. Essa desobstrução pode ser realizada de maneira mecânica (procedimento chamado de angioplastia coronária) ou química (com o uso de medicamentos). Além disso, os cuidados continuam para evitar que outros vasos sanguíneos sejam afetados.

Prevenção

A prevenção do infarto agudo do miocárdio, assim como a da maioria das doenças do coração, baseia-se em adotar práticas saudáveis no seu dia a dia. Alguns exemplos são a atividade física regular, o controle da alimentação, prevenção de doenças crônicas, entre outros.

5. Cardiopatia congênita

A cardiopatia congênita é resultado de alguma alteração genética que fez com que ocorressem mudanças na estrutura do sistema cardiovascular de um indivíduo ainda quando ele estava no útero de sua mãe.

A partir do primeiro mês gestacional, o coração do feto começa a se desenvolver e já realiza batimentos. Nessa fase, pode ocorrer alguma má-formação, fazendo com que os vasos ou o músculo do coração apresentem alguma anormalidade.

Não existe uma causa confirmada, porém, suspeita-se que o uso de substâncias tóxicas durante a gravidez (álcool, drogas ou medicações), infecções virais nos primeiros meses da gestação e alterações genéticas estejam associados a essa condição.

Sintomas

Pessoas que sofrem desse transtorno costumam manifestar os sintomas logo no nascimento. Entretanto, outros indivíduos só apresentam algum sinal ao longo de sua vida, até mesmo após a fase adulta. Inclusive, é possível encontrar casos em que nenhum sintoma foi desenvolvido, embora a cardiopatia exista.

Por conta da má-formação do coração, não apenas o sistema cardiovascular é comprometido, como também o respiratório, devido à desregulação da oxigenação. Sendo assim, sintomas como a falta de ar, tosse, fadiga, náuseas e desmaio podem ser comuns em casos de cardiopatia congênita.

Tratamento

O tratamento adequado varia para cada caso — inclusive, algumas pessoas se curam naturalmente, em quadros leves. Na maioria das vezes, é necessária intervenção cirúrgica ou o uso de medicamentos. Além disso, em complicações mais graves, é recomendado o transplante do órgão.

Prevenção

Tendo em vista que essa é uma doença genética, não existe ao certo uma maneira de preveni-la. Contudo, é fundamental que grávidas evitem o uso de substâncias tóxicas e que façam o controle de doenças crônicas para evitar complicações na gestação ou na saúde do bebê.

6. Doença Vascular Periférica

A Doença Vascular Periférica (DVP) também é causada pela obstrução de uma artéria. No entanto, esse vaso sanguíneo se encontra em uma região periférica do corpo, isto é, nos membros superiores (braços e mãos) ou nos membros inferiores (pernas e pés).

Essa obstrução também é causada por placas de gordura que se acumulam dentro de uma artéria (aterosclerose), impedindo a passagem do fluxo sanguíneo. Como resultado, as vias se endurecem, podendo ficar mais estreitas, comprometendo o fornecimento de oxigênio para todo o corpo.

Sintomas

A DVP costuma afetar principalmente as pernas. Com o esforço físico, os músculos dessa região ficam comprometidos pela redução da oferta de oxigênio, pois as artérias principais não participam mais da passagem do sangue, fazendo com que ele precise encontrar caminhos alternativos, como vasos menores, que apenas oferecem o que uma pessoa precisa para se manter em repouso.

Por essa razão, as pessoas afetadas por essa doença apresentam dificuldades em desempenhar as atividades do cotidiano. Além disso, sentem dores nas pernas e nos pés ao realizar movimentos simples, como andar, sentar ou deitar.

É possível também que sintam formigamento nos membros periféricos, assim como a sensação de queimação, feridas, mudanças na coloração da pele e, no caso dos homens, impotência sexual.

Tratamento

O tratamento mais indicado é aquele que resolve os problemas de obstrução. Atualmente, existem diversas ferramentas pouco invasivas, como o uso de stents, que ajudam a regular o fluxo sanguíneo de uma artéria.

A cirurgia também ajuda a recuperar o funcionamento do vaso sanguíneo comprometido. Além disso, mudanças no estilo de vida auxiliam tanto na prevenção quanto no tratamento.

Prevenção

Para prevenir a Doença Vascular Periférica, é fundamental aderir a uma rotina saudável. Isso consiste em:

  • alimentação balanceada — livre de gorduras saturadas e de produtos industrializados;
  • controle da glicemia, do colesterol e da pressão arterial;
  • exercícios físicos regulares;
  • interrupção do fumo e do consumo de bebidas alcoólicas.

7. Endocardite

Lembra-se que falamos do miocárdio? Ele é composto pelo músculo estriado, que fica entre o epicárdio e o endocárdio. Este último é a camada mais interna do coração, que reveste o miocárdio.

A endocardite é uma infecção que atinge essa estrutura e traz consequências para as válvulas cardíacas. O problema surge quando bactérias ou outros microrganismos se espalham pelo organismo e afetam o coração. Em quadros mais graves, é possível desenvolver infarto do miocárdio, insuficiência cardíaca ou pulmonar, além de outras complicações.

Pessoas que têm alguma doença congênita, histórico familiar de doenças cardíacas, problemas nas válvulas do coração ou implantes e cáries nos dentes são os mais propensas a serem afetadas por essa doença.

Sintomas

De início, os sintomas que surgem são aqueles comuns de infecção, como febre, fadiga, dor no corpo, entre outros. Entretanto, ao longo do quadro, quando o coração começa a ser afetado, outros sinais podem aparecer, como sudorese, problemas respiratórios, alteração da cor da pele (geralmente, palidez) e nódulos de Osler (manchas vermelhas nos dedos).

Tratamento

Assim como em qualquer infecção bacteriana, a solução é o uso de medicamentos como antibióticos. A duração do tratamento vai de acordo com a proporção que a doença tomou, sendo necessária a internação em casos mais graves. Além disso, caso a válvula afetada tenha sido muito comprometida, pode ser feita uma cirurgia para reparar os danos.

Prevenção

A melhor forma de prevenir a endocardite é evitando infecções. Higienizar sempre as mãos, não compartilhar objetos de uso pessoal (inclusive agulhas, objetos perfurantes ou equipamentos de manicure e pedicure) e cuidar da limpeza da casa são algumas medidas importantes. Além disso, cuidar da saúde bucal é uma maneira de evitar a cárie, outro fator de risco para a doença.

8. Insuficiência cardíaca

A insuficiência cardíaca pode ocorrer de dois modos. O primeiro é quando o coração não consegue mais bombear sangue para o corpo da forma usual. O outro ocorre quando há a rigidez dos músculos cardíacos, dificultando que o sangue chegue ao órgão.

Esse é um transtorno que pode ser considerado crônico e que ainda pode afetar outros órgãos importantes para o funcionamento do organismo, como os pulmões, estômago, intestino, fígado, entre outros. Além do mais, a insuficiência cardíaca pode ser um sintoma de outras doenças do coração.

Pessoas que têm outras doenças crônicas, como a hipertensão e o diabetes, problemas cardíacos e maiores de 65 anos são as mais propensas a desenvolverem insuficiência cardíaca. Por isso, entender como prevenir essa complicação é fundamental.

Sintomas

Os sintomas mais conhecidos da insuficiência cardíaca são:

  • palpitações no peito;
  • fraqueza muscular;
  • tontura e vômitos;
  • desmaios;
  • falta de ar;
  • tosse;
  • alteração dos batimentos cardíacos.

Esses sintomas não costumam acontecer de forma súbita. O indivíduo, normalmente, começa a notá-los a partir dos problemas para respirar. Por isso, é importante lembrar da necessidade de ir em busca de um médico especialista assim que notar algum sinal diferente.

Tratamento

O tratamento para a insuficiência cardíaca também depende das condições do paciente. O que costuma acontecer é a cirurgia de ponte de safena. Além disso, o uso de medicamentos e a aplicação de um marcapasso podem ser recomendados. Em casos mais graves, é necessário realizar um transplante de coração.

A mudança na alimentação também é necessária, com a redução da ingestão de alimentos com muita quantidade de sódio. Do mesmo modo, a prática de atividade física é recomendada, com a avaliação e acompanhamento médico.

Prevenção

Para prevenir a insuficiência cardíaca, nada melhor que um estilo de vida saudável. Além disso, manter em dia os exames de check-up é fundamental para acompanhar o estado de sua saúde.

9. Miocardite

Semelhante à endocardite, a miocardite também afeta uma estrutura do coração a partir de uma infecção. No entanto, a parte afetada, dessa vez, é o miocárdio — ou seja, o músculo estriado que fica entre o epicárdio e o endocárdio.

Como essa musculatura é a principal responsável pelo movimento que gera o bombeamento de sangue pelas artérias, quando ela é comprometida, a contração do coração sofre por problemas e o ritmo cardíaco é alterado (arritmia). Além disso, essa doença também pode provocar a insuficiência cardíaca.

Sintomas

Os sintomas dependem da gravidade de cada caso. Os mais leves têm quadros gerais de uma infecção, como febre, cansaço, indisposição, náuseas e vômitos. Algumas pessoas, inclusive, nem chegam a saber que tiveram uma miocardite, pois se recuperam rápido.

Contudo, alguns quadros são mais graves, em que o indivíduo apresenta problemas respiratórios, dores no peito e nas articulações, perda de consciência, edemas, entre outros.

Tratamento

Geralmente, a miocardite é tratada com medicamentos específicos. A boa notícia é que a maioria dos casos apresenta uma boa recuperação, sem consequências para o corpo ou nenhuma sequela. Já nos quadros em que o coração é bem comprometido, é necessário realizar uma cirurgia e, muitas vezes, o transplante do órgão.

Prevenção

Evitar alimentos com um alto teor de sódio é uma maneira de se prevenir dessa doença e controlar a pressão arterial. Além disso, os demais cuidados com a saúde são imprescindíveis para manter o funcionamento do coração em um bom estado.

10. Tumores no coração

O coração também pode ser alvo de tumores, que são o crescimento de células anormais em algum tecido ou órgão do corpo. Estes podem ser caracterizados como malignos (quando é um câncer) ou benignos (não cancerosos).

Alguns dos nódulos que surgem no coração podem ser oriundos de outros órgãos. Quando o tumor não é tratado, ele é capaz de se espalhar por outras áreas do corpo.

Quando está presente no sistema cardiovascular, ele pode ou não trazer consequências para o funcionamento do coração. Isso é um dos motivos pelos quais os tumores no coração são tão difíceis de serem identificados logo de início, pois, muitas vezes, são silenciosos.

Sintomas

Como visto, nem todos os tumores que surgem no coração são cancerosos. Entretanto, são os cancerosos os que se espalham mais rapidamente, trazendo consequências mais graves. Nesse caso, é possível identificar alguns sintomas, como:

  • insuficiência cardíaca;
  • arritmia;
  • palpitações;
  • fraqueza e fadiga;
  • falta de ar;
  • desmaio;
  • acúmulo de líquido no pericárdio (estrutura mais externa do coração).

Tratamento

O tratamento pode incluir a radioterapia para impedir que as células do tumor se desenvolvam mais. Além disso, são realizados procedimentos para controlar os sintomas. Em casos de acúmulo de líquido no pericárdio, também é realizada a drenagem.

Prevenção

A prevenção dos tumores no coração é semelhante às medidas preventivas do câncer e de outras doenças do coração. Em outras palavras, resume-se em tomar atitudes para ter mais bem-estar no dia a dia, com hábitos saudáveis.

Como você pôde perceber, existem diversas doenças do coração, que podem atingir pessoas na nova idade. Muitas delas podem se relacionar entre si e desencadear problemas mais graves. Por isso, é imprescindível estar sempre em dia com os exames do coração e os de rotina, além de sempre procurar um médico assim que notar algum sintoma diferente.

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